Impasse força adiamento da votação da reforma política na Câmara

Sem quórum e sem conseguir consenso, Maia adiou decisão para a próxima semana

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Governo fixa novo rombo fiscal em R$ 159 bilhões nos próximos dois anos

Originalmente, os deficits foram fixados em R$ 139 bilhões em 2017 e R$ 129 bilhões em 2018

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Pernambuco ganha queda de braço e nova fábrica virá para Hemobrás

Ministro da Saúde queria transferir tecnologia para fábrica em Maringá, sua base eleitoral

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Serra defende implantação do parlamentarismo em 2022

Senador José Serra

Tucano diz que no parlamentarismo, a troca de governo é solução, enquanto no presidencialismo, é uma crise (Foto: Arquivo)

Um dos fundadores do PSDB, partido que se formou em torno da tese do parlamentarismo, o senador José Serra (SP) defende a aprovação desse sistema de governo, que voltou à discussão com a votação da reforma política no Congresso, valendo não para o ano que vem, mas para as eleições de 2022 e sendo implantado em 2023. Ex-ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (PMDB), tucano diz que o presidencialismo no País tem sido um “fracasso histórico”, uma vez que no parlamentarismo, a troca de governo é uma solução, enquanto no presidencialismo, é uma crise, afirmou Serra, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

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Aliados de Temer minam pretensão de Meirelles por 2018

Henrique Meirelles

Para aliados do presidente, Meirelles estaria agindo nos bastidores para se consolidar como opção em 2018 (Foto: Arquivo)

A tensão que marcou o fechamento do novo rombo nas contas públicas, anunciado na terça-feira, não deixou dúvidas de que a disputa presidencial de 2018 ocupou lugar privilegiado nas reuniões do governo. Convencidos de que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), trabalha para ser candidato ao Palácio do Planalto, no ano que vem, interlocutores do presidente Michel Temer (PMDB) intensificaram a “fritura” do comandante da economia. A nova temporada do “fogo amigo” passa não apenas por gabinetes do Planalto como pelo PMDB e PSDB, os dois principais partidos da coalizão.

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Malafaia alerta Doria sobre “fake news” espalhadas por “bolsonaristas”

Silas Malafaia afirma que alertou Doria sobre “onda de boataria” dos defensores de Bolsonaro (Foto: Aloisio Mauricio/AE)

João Doria (PSDB) que se cuide, pois simpatizantes do pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSC-RJ) já atuam nas entranhas virtuais para “desconstruir” a boa imagem que o prefeito de São Paulo vem cultivando com evangélicos. O recado lhe foi dado pelo pastor Silas Malafaia, que disse ter alertado Doria na semana passada sobre a “onda de boataria” contra ele. Os dois se dizem amigos e trocam mensagens pelo WhatsApp. Numa conversa, o pastor carioca revelou: “Bolsonaristas” andam espalhando nas redes sociais que Doria é a favor de duas ideias indigestas para igrejas evangélicas em geral: o aborto e a inclusão do debate sobre ideologia de gênero nas escolas (a noção de que feminino e masculino não são categorias biológicas, e sim construções culturais).

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Governo tenta retomar reforma da Previdência esta semana

Vice-líder do governo, Beto Mansur adverte que interesse dos deputados, agora, é pela reforma política (Foto: Arquivo/Câmara)

O governo pretende intensificar, nesta semana, as negociações com os parlamentares para retomar a votação da reforma da Previdência. A intenção é dar sinais positivos ao mercado e aos investidores, depois de a equipe econômica ter precisado anunciar uma ampliação na previsão de rombo nas contas neste e nos próximos três anos. Mas os planos no governo devem esbarrar em um Congresso cada vez mais focado na reforma política, que precisa ser aprovada até o início de outubro para valer em 2018, e mexe diretamente com os interesses dos parlamentares.

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Fundo de R$ 3,6 bi ‘é um desaforo’, afirma ministro Barroso, do STF

“Se não passar a reforma política, vamos continuar afundando no lamaçal que se tornou a política brasileira, e a lama já passou do pescoço”, adverte ministro (Foto: Arquivo)

Crítico do atual modelo eleitoral e partidário brasileiro, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), considera um “desaforo” a criação de um fundo público com R$ 3,6 bilhões para financiar campanhas, como está sendo discutido na Câmara dos Deputados. Diz que o valor teria de ser menor, chegando, no máximo, a R$ 1 bilhão. Futuro vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2018, Barroso aponta como positiva a proibição da doação empresarial nas eleições, sistema que, segundo ele, era “mafioso”, e defende o barateamento das campanhas, o aumento da representatividade no Parlamento e a ampliação da governabilidade. Para ele, a solução é o voto distrital misto em 2022, mesmo pagando o “preço do distritão” para 2018 e 2020. “Se não passar a reforma política, vamos continuar afundando no lamaçal que se tornou a política brasileira, e a lama já passou do pescoço”, afirmou o ministro ao jornal O Estado de S. Paulo. A seguir, os principais trechos da entrevista.

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Temer, Rodrigo Maia e Gilmar Mendes se reúnem fora da agenda oficial

Relação de Rodrigo Maia com o Planalto azedou (Foto: Beto Barata/PR)

Rodrigo Maia foi o anfitrião do encontro com Temer e Gilmar Mendes, que teria como objetivo discutir a reforma política (Foto: Beto Barata/PR)

Em uma atitude que tem se tornado rotina nos últimos tempos, o presidente Michel Temer (PMDB) participou, na tarde deste sábado (19), de uma reunião não registrada em sua agenda oficial. Ele se deslocou do Palácio do Jaburu para se encontrar com os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes, e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na casa deste último. A assessoria do Palácio do Planalto confirmou o encontro, mas não disse o que foi discutido. A de Gilmar afirmou que o tema foi a reforma política em debate no Congresso e o parlamentarismo, sistema de governo defendido por Temer e por alguns líderes de partidos governistas.

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Lula e Doria, as contrapartes

Embora imbuídos do mesmo objetivo, a disputa presidencial, tucano e petista traçam estratégias distintas para tentar consolidar seus projetos (Foto: Reprodução)

Para além das diferenças ideológicas e partidárias, o que une e o que distingue o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB)? Sem dúvida, a principal semelhança é o fato de ambos já estarem em pré-campanha para a Presidência da República, percorrendo o país e participando de um sem número de eventos públicos, onde o princípio básico é ganhar visibilidade e se fazer ouvir. E nesse aspecto, as viagens são o principal elemento revelador das  intenções dos dois políticos.

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“País não nasceu para ser a merda que é”, dispara Lula na Bahia

Lula e seu chapéu de couro: “quero falar grosso como um galo de briga” (Foto: Ricardo Stuckert/PT)

*Atualizada às 19h10

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descreveu, na manhã deste sábado (19), na Bahia, um cenário nebuloso para o país. “Este país tem jeito. Não nasceu para ser a merda que ele é. Este país é grande demais”, disparou, sem meias palavras. Ao lado do governador do Estado, Rui Costa (PT), e do ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner (PT), Lula lamentava a situação financeira dos municípios diante de 60 prefeitos do Estado, além de deputados estaduais e federais.

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